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País: Espanha Escolhido por: Juan José Lage Fernandez Professor de Ciências de Educação, Centro de Profesores, Pérez de la Sala 4, 33007 Oviedo, Espanha. |
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Razão
da escolha: Reconto: Quando Gabriel se vai embora, o Guardião diz-lhe que não deve voltar a não ser por uma questão de grande importância. Contudo, na biblioteca, Gabriel lembra-se que a mãe perdeu um velho relógio de bolso e decide tentar encontrá-lo. O Guardião não fica satisfeito com a visita seguinte, mas introduz Gabriel numa sala cheia de relógios onde ele encontra o relógio da mãe. Esta fica surpreendida e muito positivamente agradada. De novo na biblioteca, Gabriel encontra um pequeno espelho que ele pensa pertencer a Analisa. Visita então o Guardião mais uma vez, porque pensa que ela possa lá estar. Acaba por encontrá-la numa sala cheia de espelhos, onde vê o rosto dela repetido inúmeras vezes. Começa por pensar que ela é prisioneira do Guardião, mas acaba por descobrir que era Analisa que estava perdida e que precisava de alguém que a encontrasse. Tradução (das páginas
7,9,10 & 11): Quando Gabriel chegou à aula, o coração quase parou de bater. O pião não estava na mala. -Tê-lo-ei perdido na rua? - perguntou-se, infeliz. – Como é que não reparei? – Queria lançar-se a correr para o procurar, mas não podia. As aulas estavam a começar e o professor não ia achar que um brinquedo perdido fosse importante. Durante o recreio, Gabriel estava muito em baixo e foi quando, inesperadamente, Analisa foi ter com ele. – Perdeste alguma coisa? – perguntou-lhe. O rapaz ficou muito admirado. Era a primeira vez que Analisa falava com ele. E ainda por cima tinha adivinhado o que se passava. – Como sabes? – retorquiu envergonhado. – Pareceu-me. Tens um ar … o que perdeste? - O meu pião chinês, quando vinha a caminho. - Queres encontrá-lo? – perguntou Analisa fitando-o. – Claro, mas alguém deve ter ficado com ele. - Depende de quem foi - disse a rapariga misteriosamente. – Quando a escola acabar, iremos procurá-lo. - Não há-de valer a pena. - Veremos, disse, virou-se e afastou-se. Ao meio dia partiram. A rapariga disse: - Anda, não vamos pelo caminho de tua casa, mas por outro. - Vamos. – Gabriel começou a caminhar atrás dela, mas estava cheio de dúvidas. - Será que ela me vai pregar uma partida? – Caminhavam depressa, ao ritmo vivo que ela impunha e logo chegaram a uma área isolada. Um pouco mais tarde Analisa apontou para uma casa ao fundo de uma pequena praça solitária e disse: - Pergunta ali pelo teu pião. Experimenta e verás. Actividades
de sala de aula: i) a alegria de a reencontarar OU Escreva a amigos/ pais a explicar o que sente OU dramatize a experiência com um colega. 2. Debata a personagem Gabriel na história: i) onde mora; o clima; a sua aparência geral, etc. Continue a história de Gabriel e Analisa em quadradinhos OU construa uma história em quadradinhos sobre como ficou amigo de alguém OU escreva um poema sobre uma altura em que se sentia sozinho. 3. Observe as ilustrações nas páginas 24 e 34. i) Consegue encontrar referências a Dáli e Velázquez? Reflexão:
NB Pode encontrar mais actividades literárias e linguísticas
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